Seguro é investimento? Saiba as vantagens de proteger o patrimônio.

Muitos encaram como despesa ou custo, mas o seguro é investimento também.

A atividade securitária faz parte do Mercado Financeiro e os seguros são um produto financeiro comercializado por elas.

Mesmo que não se amoldem à figura dos tradicionais investimentos, o seguro é investimento.

Neste texto, explicaremos algumas premissas básicas para a compreensão do tema e apontaremos os motivos pelos quais o seguro é investimento.

Como funciona o seguro?

De acordo com o Código Civil, seguro é um contrato pelo qual a seguradora se obriga, mediante pagamento de uma quantia (prêmio), a garantir interesse do segurado.

Mas não é tão simples assim. A atividade securitária consiste em garantir um risco ao qual várias pessoas estejam sujeitas.

Para isso a seguradora recolhe uma quantia (prêmio) de cada uma destas pessoas, de modo a reunir um fundo que servirá para pagar as indenizações na hipótese de implementação dos riscos garantidos.

Como exemplo, citamos o seguro de automóvel: uma seguradora vende seguros cobrindo o risco de acidentes automobilísticos, sendo que, por uma quantia mensal, o segurado tem a garantia de que na hipótese de colidir com seu veículo, os danos e prejuízos serão ressarcidos.

Entre os inúmeros segurados, alguns irão colidir com seus veículos e receberão indenização, outros não.

Mas todos terão a garantia de que, caso colidam com seu veículo, receberão a indenização.

Assim funciona o contrato de seguro.

E quais são os tipos de seguro?

O descrito acima pode ser estendido para outros bens, sendo que o Código Civil divide os Seguros em duas categorias.

1 – Seguro de dano, são aqueles que podem ser instituídos em favor de objetos e bens em geral.

2 – Seguro de Pessoa, são aqueles que securitizam a vida e a capacidade laboral de pessoas.

Dentro dessas duas categorias existem 12 ramos diferentes, os quais ramificam-se em mais de 95 possibilidades de contratos de seguro.

O seguro é investimento ou despesa?

Como dissemos, quem contrata um seguro não contrata uma indenização futura, mas contrata uma garantia.

O seguro garante que, advindo o inesperado, você poderá enfrentá-lo sem utilizar suas reservas e sem afetar seu patrimônio.

Um incêndio residencial, roubo ou acidente de automóvel com vítima certamente vão abalar significativamente um patrimônio construído durante toda uma vida.

Veja que ao contratar um seguro, é certo que não haverá um “retorno” nos moldes tradicionais de investimento.

Mas você terá a segurança de que o que já foi conquistado está seguro.

Portanto, o seguro é investimento, pois deixar de perder também é ganhar.

Vale a pena investir em um seguro?

Um seguro é garantia, segurança. E quem não gosta de garantia e segurança?

O seguro possibilitará, a longo e médio prazo, manutenção/preservação do patrimônio que você construiu.

Portanto, vale a pena sim contratar um seguro.

Cuidados ao escolher um seguro

Não é qualquer tipo de empresa ou qualquer pessoa que pode vender seguros.

Para atuar neste ramo, seguradora e corretor devem ser habilitados perante o órgão governamental SUSEP – Superintendência de Seguros Privados.

Portanto, o primeiro e principal cuidado que se deve ter é tratar diretamente com uma seguradora ou profissional habilitado.

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