Tratamento de leptospirose: conheça as orientações médicas sobre a doença

Certamente, você já ouviu falar em leptospirose, principalmente na fase escolar quando estudávamos doenças. Apesar de existir a possibilidade de evoluir para quadros mais graves, o tratamento tende a ser tranquilo. Mas, afinal, qual são as formas de tratamento de leptospirose? Fique aí, porque nós vamos te explicar!

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Durante este artigo, você vai ficar por dentro de como ocorre a transmissão desta doença, como tratar a leptospirose e, até mesmo como prevenir. Ficou curioso e deseja ficar bem informado(a)? É só continuar lendo o texto. Vamos lá? Boa leitura!

O que é leptospirose?

De antemão, a leptospirose é uma doença infecciosa causada pela bactéria leptospira e que pode causar sintomas iniciais semelhantes aos da dengue e gripe, por exemplo. Parece inofensiva? Talvez, mas o quadro clínico do paciente pode se agravar e causar sérias complicações, como insuficiência renal e hepática.

De acordo com o Ministério da Saúde, a taxa de letalidade chega a 40% em casos mais graves e a maior incidência se encontra em localidades que possuem condições precárias de saneamento básico e com alta infestação de roedores.

Leptospirose: como acontece a transmissão?

Provavelmente, alguém conhecido já tenha associado a leptospirose à uma doença causada por ratos. Mas você acredita que isso não está totalmente equivocado? Pois é! Isso acontece porque a transmissão acontece justamente pelo contato com água ou lama de enchentes contaminadas com urina de animais infectados pela bactéria, sobretudo os ratos.

A penetração da leptospira no corpo acontece através da pele, tornando ainda mais fácil se o indivíduo tiver algum ferimento ou arranhão. Mas não é só isso, viu? A transmissão da leptospirose também pode ocorrer por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados.

Além dos ratos, outros animais também podem ser transmissores da doença, tais como: gado, ovelhas, cavalos, porcos, cabras e, até mesmo os cães. Contudo, não precisa se desesperar nem entrar em pânico ao ver qualquer um desses animais, o segredo é manter os cuidados necessários.

Tipos de tratamento de leptospirose

Neste tópico, é fundamental fazer uma diferenciação, porque o atendimento ambulatorial é suficiente para os casos leves. Já em quadros mais graves, a hospitalização deve acontecer de forma imediata, a fim de reduzir o risco de complicações e de letalidade.

Na maioria dos casos, o tratamento pode ser feito na própria residência do paciente. O médico pode receitar algum o uso de algum antibiótico e outros medicamentos para alívio dos sintomas, bem como recomenda que o indivíduo descanse e beba bastante água, mantendo o organismo hidratado.

Após o início do tratamento, os sinais de melhora tendem a aparecer em, aproximadamente, 2 a 4 dias. Por outro lado, se a doença não é tratada da forma correta, o paciente pode piorar e apresentar algumas complicações, inclusive comprometendo a função de alguns órgãos.

Como prevenir a leptospirose?

Antes de mais nada, você lembra que mencionamos que o segredo é manter os cuidados necessários? Pois bem, chegou a hora de informar quais são as medidas que você deve adotar a fim de evitar a leptospirose. A seguir, confira a lista de ações preventivas:

  • Evitar o contato com água ou lamas de enchentes;
  • Impedir que crianças brinquem ou nadem nestas águas;
  • Controle de roedores;
  • Higienizar reservatórios de água e desinfetar os locais que tiveram contato com esta água contaminada;
  • Pessoas que trabalham na limpeza devem utilizar botar e luvas de borracha;
  • Obras de saneamento básico;
  • Melhorar as habitações humanas.

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Viajantes e a leptospirose

Primeiramente, se você é viajante e está em uma localidade que é acometida por fortes chuvas, a adoção de alguns cuidados é essencial. O primeiro passo é buscar informações sobre a incidência de leptospirose na região que você vai visitar.

Ao chegar no lugar, evite ambientes que possam estar contaminados com urina de ratos e não entre em contato com água ou lama de enchentes ou rios suspeitos. No entanto, se você adoecer mesmo assim, busque atendimento médico imediatamente e não esqueça de relatar como foi a sua viagem e as situações de risco que você passou.

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