Gestação de alto risco: saiba os sintomas e cuidados

A gravidez é um momento mágico na vida das mulheres. Porém, algumas gestações pedem cuidados redobrados, para manter a saúde da mãe e do bebê, como é o caso da gestação de alto risco.

Da idade ao estilo de vida, são vários os fatores que podem contribuir para que uma gestação seja de alto risco, que podem se manifestar através de vários sintomas.

Entretanto, seguindo-se as recomendações e orientações necessárias, é possível levar passar por essa fase de forma tranquila, mantendo a saúde da mãe e do bebê.

Para te ajudar a entender mais sobre esse assunto, escrevemos este artigo. Continue a leitura!

O que caracteriza uma gestação de alto risco?

Estima-se que aproximadamente 30 milhões de bebês nasçam de uma gestação de alto risco, precisando de cuidados especiais e, até mesmo, intensivos.

Uma gestação é caracterizada de alto risco quando a saúde da mãe e do bebê possuem maiores chances de serem atingidas, em relação a outras gestações.

Nesses casos, o parto pode ter complicações, ser prematuro, a gestação pode ser interrompida e os bebês podem nascer com baixo peso ou adoecerem mais facilmente.

Qual idade é considerado gravidez de risco?

Antes dos 18 anos e após os 35.

No primeiro caso, temos um corpo ainda em formação que nem sempre está bem desenvolvido para gerar uma vida.

No segundo, ocorre o oposto: os óvulos já estão mais velhos, o que favorece o aumento dos riscos do bebê desenvolver algumas doenças e síndromes, como a Síndrome de Down.

Além disso, à medida que o corpo envelhece, também aumentam os riscos da mãe desenvolver algumas doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.

Entretanto, não é somente a idade o principal fator que pode acarretar uma gestação de alto risco: obesidade, drogas, fumo, alto consumo de bebidas alcoólicas, infecções em geral, problemas anatômicos, distúrbios metabólicos, como os da tireóide e um histórico de abortos podem também contribuir para uma gravidez de risco.

Gravidez de alto risco afasta pelo INSS?

Sim. Uma vez a gestação sendo comprovada clinicamente de alto risco e, por consequência, a gestante precisar se afastar do trabalho por mais de 15 dias consecutivos, ela poderá receber o auxílio-doença, sem carência, do INSS.

Quais são os sintomas de uma gravidez de risco?

Em geral, a gravidez já causa algumas modificações no corpo da mulher. Todavia, alguns sintomas, caso ocorram, merecem atenção redobrada. São eles:

  • Sangramentos pela vagina e liberação de fluidos amnióticos antes do tempo;

  • Contrações uterinas antes do tempo;

  • Vômitos e náuseas frequentes;

  • Tonturas e desmaios;

  • Dores no abdômen, na cabeça e ao urinar;

  • Dificuldade para caminhar;

  • Inchaço repentino do corpo;

  • Aceleração repentina dos batimentos cardíacos;

  • Calafrios e febre;

  • Perturbações de visão dupla, embaçada ou com pontos brilhantes.

Caso a grávida sinta alguns desses sintomas, ela deve procurar o seu médico.

Quais os cuidados de uma gravidez de risco?

A primeira coisa que a gestante deve procurar fazer é seguir os passos do pré-natal corretamente, comparecendo às consultas e informando ao seu médico qualquer tipo de sintoma.

Além disso, deve procurar manter uma alimentação adequada para controlar o peso corporal, se hidratar bem, repouso e jamais se automedicar,

Pode também optar por exercícios de baixo impacto, como hidroginástica, caminhada, alongamentos e ioga. Porém, na gravidez de risco, não se deve iniciar qualquer tipo de atividade física sem antes consultar o médico.

É claro que uma gestação de alto risco pode deixar os pais preocupados. Mas, seguindo-se todos os cuidados, o bebê tem altas chances de nascer saudável, bem como a saúde da mãe ser preservada.

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