Cálculo Índice Massa Corporal: por que é difícil emagrecer?

A manutenção de uma boa imunidade nunca esteve tão em pauta! Nesse sentido, além de fazer exercícios, beber bastante água e estar com o check-up médico em dia, a alimentação saudável é um item de primeira importância – e é aí que o Cálculo Índice Massa Corporal (IMC) entra em cena.

Para esclarecer suas dúvidas sobre o assunto e o papel desse indicador na nossa saúde, reunimos informações importantes neste artigo. Confira!

Cálculo Índice Massa Corporal (IMC): o que é e como funciona?

Você sabe se seu peso atual é considerado ideal para a sua estatura? Será que você está abaixo, acima ou na média?

Justamente para mensurar esse peso adequado e detectar casos de obesidade/desnutrição, o chamado Cálculo de Índice Massa Corporal (IMC) é uma ferramenta que relaciona a altura e a massa corpórea de cada indivíduo.

Vale acrescentar que o IMC tem validação universal, sendo um índice adotado e aprovado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Além de confiável, o cálculo também é bastante simples. Veja só:

Fórmula do IMC: Peso / Altura x Altura

Em outras palavras, o IMC é obtido com o peso da pessoa dividido por sua altura ao quadrado. Se uma pessoa tem 1,65 de altura e 70 kg, por exemplo, o cálculo é: 70 / 1,65 x 1,65 = 70 / 2,72 = 25,73.

Resultados do IMC: o que significa?

Então, partir do cálculo acima, o IMC do indivíduo deve ser comparado com os resultados de uma tabela-base. Acompanhe:

  • Abaixo do Peso: IMC menor que 18,5

Nesse caso, a pessoa pesa menos do que é adequado para a sua altura, sexo e idade. Esse resultado pode indicar desnutrição ou doenças subjacentes (incluindo a anorexia e a bulimia).

  • Peso Normal: IMC entre 18,5 e 24,9

A pessoa está na faixa de peso considerada adequada para a sua idade, altura e sexo. Nessa situação, é importante seguir uma dieta balanceada para manter o peso ideal, além de considerar possíveis comorbidades para montar uma rotina alimentar compatível.

  • Entre 25 e 29,9: Sobrepeso

Nesse estágio, o indivíduo já pesa mais do que é adequado para suas características corporais. Vale dizer que o sedentarismo e os maus hábitos alimentares são os principais fatores que levam ao sobrepeso.

Já há mais propensão a doenças como hipertensão e diabetes tipo 2.

  • Entre 30 e 34,9: Obesidade Grau 1

Primeiro, é importante destacar que o IMC, por si só, não fornece o diagnóstico de obesidade. Outros pontos, como estatura e espessura da dobra cutânea, devem ser considerados.

Na chamada “obesidade grau 1”, o tratamento inclui a implementação de dieta balanceada com acompanhamento profissional, além de um programa de exercícios.

  • Entre 35 e 39,9: Obesidade Grau 2

No grau 2 da obesidade, os riscos de saúde relativos ao peso aumentam, incluindo possibilidade de doenças articulares, AVC e infarto agudo do miocárdio. O tratamento pode abranger medicamentos para perda de peso, além de mudanças de estilo de vida e, possivelmente, cirurgia bariátrica.

  • Maior do que 40: Obesidade Grau 3

Nesse nível, a obesidade é apontada como a principal causa de morte evitável no mundo, segundo a OMS. Em paralelo com a reeducação alimentar e atividades físicas (quando o peso não impedir a realização de movimentos), a cirurgia de redução de estômago é altamente recomendada. Porém, cada caso é um caso.

Por que é importante saber o seu índice de massa corporal?

Como vimos, tanto o “peso a mais” quanto o “peso de menos” podem ser pontos de partida para sérios problemas de saúde. Ao aplicar o Cálculo Índice Massa Corporal como parâmetro, é possível evitar graves consequências como colesterol alto, infarto, hipertireoidismo e a própria obesidade.

Além da óbvia importância de prevenir tais problemas e manter a saúde em dia, fazer a manutenção do peso adequado também significa investir em muito mais bem-estar e qualidade de vida.

Por que é difícil emagrecer?

Embora manter um peso saudável seja tão importante, ninguém está dizendo que é fácil! Múltiplos fatores estão envolvidos na tendência ao sobrepeso e na dificuldade de emagrecer, a exemplo de:

  • fatores genéticos;

  • doenças associadas;

  • hábitos alimentares negativos (reforçados ao longo de toda uma vida);

  • questões psicológicas;

  • sedentarismo.

Por esse motivo, dietas e medicamentos da moda não são o melhor caminho. O recomendado é sempre buscar acompanhamento médico para a realização de exames, que definirão os melhores tratamento, rotina alimentar e programa de atividades físicas para cada caso.

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